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Almoço em Curitiba

Almoçar em Curitiba: Conheça as opções de cremes e molhos do Tortuga

novembro 24th, 2025 Posted by Blog 0 thoughts on “Almoçar em Curitiba: Conheça as opções de cremes e molhos do Tortuga”

Se bateu aquela vontade de almoçar em Curitiba, mas não sabe qual restaurante escolher, o Tortuga tem as melhores opções de pratos que acompanham molhos deliciosos e cremes para você experimentar. 

Com o poder de deixar qualquer um com água na boca, os molhos que podem acompanhar uma carne, como um mignon bem suculento, por exemplo, uma salada com várias folhas e até mesmo aquele sanduíche do final de semana. Sem contar os cremes que são a combinação perfeita para aquecer agora no inverno, não é mesmo? 

Para saber do que estamos falando continue a leitura ao final e confira a lista de molhos e cremes que você precisa conhecer e claro, pedir, quando vier à Tortuga.ao Tortuga.

 

Opções de cremes para pedir no Tortuga 

Decidir onde almoçar em Curitiba não é uma tarefa muito simples, afinal, são tantas opções de restaurantes, lanchonetes, que fica difícil escolher qual é melhor. 

Entretanto, com o Tortuga não tem nada complicado, pois quando o assunto é almoçar ou jantar em Curitiba, e principalmente, saborear pratos deliciosos em um ambiente diferente, o restaurante pirata é a resposta.

Diante disso, vamos à lista dos cremes do menu Tortuga para você pedir quando for almoçar em Curitiba. 

  1. Creme de aspargos.
  2. Creme verde. 

 

Primeiramente a opção de creme, é uma porção individual recheada de sabor para aproveitar neste inverno, a qual é composta por aspargos cozidos no caldo de frango que foi encorpado com creme de leite e molho bechamel.

 

Agora, se você não é fã desse vegetal tão apreciado, principalmente, na culinária inglesa, alemã e francesa, temos o creme verde. Também servido individualmente, a segunda escolha do menu é um creme de batata feito no caldo de galinha com calabresa em cubos, levando o nome verde por conta da sua coloração graças a couve manteiga.

 

Molhos do menu Tortuga 

Mas se preferir comer alguma coisa com molho, opção é o que não falta no restaurante. Afinal de contas, a lista vai desde molhos para massas até para acompanhar o mignon. 

 

Dessa maneira, os molhos do menu são: 

  1. quatro queijos – preparado com queijo catupiry, gorgonzola, parmesão e provolone;
  2. branco – leva manteiga, farinha de trigo ou amido, leite, creme de leite, queijo ralado, sal e pimenta;
  3. bolonhesa – feito com carne moída ao sugo;
  4. ao sugo – preparado com o próprio tomate;
  5. primavera – molho branco com presunto picado, ervilha, cheiro verde, bacon e parmesão gratinado;
  6. escuro – feito a base de creme de leite e shoyu;
  7. rotti – a mistura leva molho de carne cozida, amido ou farinha de trigo e sal. 

Cada um desses deliciosos molhos estão em diversos pratos do nosso menu para você escolher almoçar em Curitiba. Isto é, acompanham as massas como lasanha, nhoque, linguine e panqueca, assim como as proteínas – mignon e frango, além das porções do restaurante. 

O que achou do tema de hoje? Se você curtiu e gostaria de ler mais conteúdos como este, é só acompanhar o nosso blog para não perder nada do que postarmos por aqui. 


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Onde comer parmegiana em Curitiba?

outubro 31st, 2025 Posted by Blog 0 thoughts on “Onde comer parmegiana em Curitiba?”

O parmegiana é um dos pratos mais comuns do mundo, com suas variedades de receitas e tipos. E saiba onde comer esse prato em Curitiba neste artigo.

Podendo ser feita de berinjela, frango ou bife, é uma receita muito comum que diversas famílias italianas realizam em dias especiais.

Mas, apesar do nome, você sabia que o prato não tem origem em Parma, na Itália. Nesse caso, a origem não é bem certa.

Algumas pessoas indicam para diferentes regiões da Itália, enquanto outros indagam que o prato não existe na Itália e foi criado na Rússia e, em alguns casos, chegam a citar São Paulo como o criador do Filé à Parmegiana.

Indiferente da origem, o prato é muito consumido no Brasil todo e, de forma simples, tomou conta de restaurantes e casas.

Ou seja, o prato que carrega molho, queijo e uma opção de proteína tem mais que esses elementos, mas sim uma grande história.

Por isso, o parmegiana – seja de frango ou mignon – está entre os mais pedidos do Restaurante Tortuga.

Se você quer conhecer mais sobre o parmegiana, sobre a sua origem (todas as que são ditas) e porque escolher comer o do Restaurante Tortuga, esse artigo é para você.

O que é um prato “à parmegiana”?

Embora os pratos à parmegiana não tenham uma origem definida certamente, o nome remete à região de Parma, na Itália.

Esse nome remete a dois momentos da região. O primeiro é pelo queijo utilizado na receita original, que é oriundo da região, o queijo “parmigiano reggiano”.

O queijo parmigiano reggiano é um queijo curtido que, ao ser produzido na região, podia ser utilizado em diferentes momentos do ano. Até mesmo quando estava mais frio e o queijo endurece, podia ser ralado para ser usado.

Outro motivo que pode ser remetido a Parma é pela forma de cozinhar. Na primeira receita que se tem ideia – e é levada como a original até hoje – o prato à parmegiana era a berinjela.

Quando citam que o nome do prato vem por esse motivo supracitado, é pelo modo que a berinjela era preparada. Isso é pelo fato que ela era cortada em fatias, sendo sobrepostas por queijo e molho antes de ser assada.

Embora existam esses casos onde são colocados como a receita original da parmegiana, existem outros casos.

Parmegiana russa

Como supracitado, o prato à parmegiana tem mais de uma origem citada. Assim, também existe a história que remete à civilização russa.

Nessa história, o contexto é triste, mas a criação foi uma forma de adaptar problemas reais para a criação do saboroso prato.

Isso porque, durante a Revolução Russa, o prato pode ter sido criado por pessoas que estavam em regiões que ficaram pobres e sem mercados.

Dessa forma, as pessoas que congelaram carne e conseguiram manter em sua família criaram o saboroso prato.

A união da carne congelada – que viria a ser frita -, com o queijo – curtido e duro – e o molho de tomate criou o famoso “bife à parmegiana”.

Apesar de, na época, ainda ser conhecido como “bife com carne e queijo”, o prato se espalhou pelos continentes da Ásia e Europa, tornando-se famoso em todo o mundo.

A outra história italiana

Outro caso que remete a Itália em sua origem é quando um homem quis reconquistar sua amada e, desse modo, fez a receita de origem russa.

Como ele não estava com dinheiro, ele acabou realizando a receita e não satisfeito apenas em fazer para sua amada, resolveu publicar em um jornal.

Assim, após o jantar, toda a cidade conhecia a homenagem em sinal de amor, dizendo “una bistecca per mia Giana”, ou um bife para minha Giana, em tradução livre.

Dessa forma, Giana, a amada, ficou tão famosa que o prato conhecido como “bistecca per mia Giana” ou, como é conhecido atualmente, bife à parmegiana, entrou para os cardápios do mundo.

Parmegiana à brasileira

E se você soubesse que, segundo a lenda, o primeiro bife à parmegiana foi feito em São Paulo, no Brasil?

Então, a que tudo indica, a história do primeiro bife à parmegiana é brasileira e, por isso, é uma receita tipicamente brasileira, mas com influências italianas.

Contudo, o autor não é conhecido e, por esse motivo, existe grandes chances de ser um imigrante italiano.

Embora o prato não exista na Itália, é comum encontrar pratos semelhantes, como a cotoletta alla milanese (costeleta à milanesa) ou então a parmigiana di melanzane (berinjela à parmegiana), que consiste em fatias dispostas em camadas, regada com molho de tomate e salpicada com queijo parmesão.

Popularmente no Brasil, conseguindo agradar os mais diversos paladares, o bife à parmegiana não precisa de nenhum preparo complexo.

Porém, existem algumas pequenas regras para ele ser “perfeito”. As regras são: a milanesa deve ser crocante, o molho de tomate mais encorpado e o queijo bem gratinado. 

E o parmegiana em Curitiba?

Então, se após toda essa história você estiver com fome e com vontade de comer o melhor parmegiana – seja de frango ou de mignon -, o Restaurante Tortuga é a melhor opção para você.

Aqui possuímos os pratos mais pedidos pelo brasileiro e, de forma simples, você pode escolher se prefere a proteína vindo do gado ou do frango.

E, para acompanhar o nosso frango ou mignon parmegiana, ambos os pratos são servidos com fritas à francesa e arroz.

Ou seja, você terá um dos pratos mais conhecidos do mundo, sendo servido especialmente para você, com um acompanhamento muito saboroso.

Além disso, você poderá harmonizar o seu prato com os melhores dos vinhos, tanto nacionais quanto importados. Caso você deseje, peça para algum de nossos garçons apresentar a nossa grande carta de vinhos.

Venha para o Restaurante Tortuga e nos acompanhe nessa viagem dos sete mares, criando os melhores sabores e a melhor experiência para sua alimentação.

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frango à milanesa em Curitiba

Onde comer frango à milanesa em Curitiba

outubro 25th, 2025 Posted by Blog, Carnes, Frango 0 thoughts on “Onde comer frango à milanesa em Curitiba”

Para quem ama uma boa receita de família, nada melhor que encontrar um prato sensacional de frango à milanesa em Curitiba.

Falar dessa receita é trazer à mente as melhores histórias de quem mais amamos. Isso porque o frango à milanesa é um prato típico que nossos familiares sempre colocam na mesa e fazem questão de transmitir a receita para seus descendentes Por esse motivo, cada pessoa tem o seu jeitinho de se preparar.

E aqui no Restaurante Tortuga, não poderia ser diferente!

Viajamos pelos sete mares para trazer uma receita incomparável e a essência de uma boa história. Afinal, quando visitamos um restaurante, é comum encontrar pratos que têm uma história rica por trás de seu sabor delicioso, mas quando ela é contada com aquele toque de sabor, fica muito mais especial.

 

Foto: Freepik.

Conheça a história do frango à milanesa

Quem não ama um bom frango à milanesa? Esse prato já tem quase 1000 anos e até hoje não deixou de se reinventar!

O frango à milanesa surgiu do bife à milanesa, o “Cotoletta alla Milanese” em italiano, cujo nome deriva do local onde foi descoberto pela primeira vez: Milão, ou seja, o bife que era feito à moda de milão, que na época era a região da Lombardia, no norte da Itália.

Algumas pessoas relatam que a vitela era ainda mais importante na região, mas o principal ponto é que era um bife empanado em farinha de rosca.

O local era bastante conhecido pela paixão de seus habitantes pela gastronomia e por ser berço de algumas das mais importantes receitas do mundo. Algumas das mais tradicionais incluem pratos de carne de alta qualidade e preparações simples, mas saborosas.

A mudança para o frango veio logo em seguida. Naquela época, os habitantes locais começaram a criar pratos com carne de vitela empanada e frita, que serviam como um luxo para as ocasiões especiais. O frango, portanto, foi uma experimentação que deu muito certo e conquistou outros países, em especial o Brasil.

A receita chegou aqui trazida por imigrantes italianos por volta de XIX. Desde então, se tornou um dos pratos mais populares entre os brasileiros, especialmente por quem procura frango à milanesa em Curitiba.

 

Sabor a cada mordida

A simplicidade da receita é uma das razões pelas quais o frango à milanesa se tornou tão popular e conquistou tantos apaixonados. Com a receita certa, o frango à milanesa pode ganhar sabores incomparáveis, mesmo com ingredientes tão simples.

A preparação básica envolve a utilização de peito de frango ou vitela que são cortados em fatias muito finas e achatados para garantir uma espessura uniforme. Para proporcionar o sabor clássico do prato, há a adição de uma mistura de ovos batidos com ervas.

Em seguida, para garantir a crocância incontestável da milanesa, o bife recebe uma generosa camada de migalhas de pão fresco ou farinha de rosca. Porém, isso é apenas o início, pois agora o prato deve ser frito.

O processo, embora pareça fácil, precisa ser realizado com manteiga clarificada e de forma específica para deixar a carne no ponto, evitando que fique gordurosa. Caso o frango tenha uma camada de óleo excessiva, pode perder o sabor e a crocância.

O segredo fica com os acompanhamentos. Molho branco, salada de folhas e purê de batatas são apenas algumas das opções. A influência da cultura global atuou para modificar a receita e enriquecê-la.

Para levantá-la ainda mais, trazemos ela acompanhada de molho sugo, à la parmegiana. Para tornar melhor, o prato conta com uma porção generosa de arroz soltinho e fritas à francesa.

Foto: Freepik.

Procurando frango à milanesa em Curitiba?

Com o tempo, o frango à milanesa tornou-se um clássico na culinária italiana. À medida que foi levada para outras regiões da Itália, cada local colocou seu próprio toque no prato. No entanto, a versão original de Milão continua a ser a mais icônica e respeitada.

O frango à milanesa é um prato que atravessou fronteiras e séculos, mantendo seu status como um clássico da culinária italiana. Sua história rica e simplicidade fazem dele uma escolha popular em restaurantes de todo o mundo.

Para quem busca frango à milanesa em Curitiba, você pode conhecer essa receita sensacional ao visitar o Restaurante Tortuga. Além de um menu recheado de receitas especiais, trazemos uma cartela completa de bebidas para harmonizar com seu prato.

Somos especializados na preparação de frango através de pratos inesquecíveis, o frango à milanesa é apenas um dos que você precisa conhecer.

Estamos na Av. Manoel Ribas, 702, em Mercês.

 

Conheça outra de nossas delícias: Mousse de Chocolate

mineiro com botas

Você conhece o prato Mineiro com Botas?

outubro 13th, 2025 Posted by Blog 0 thoughts on “Você conhece o prato Mineiro com Botas?”

Mineiro de Botas é uma das várias delícias gastronômicas que surgiram na culinária mineira.

Minas Gerais é um estado conhecido por suas paisagens montanhosas, cidades históricas e, claro, uma culinária rica e cheia de tradições. Do pão de queijo ao feijão tropeiro, a cozinha mineira é repleta de pratos que aquecem o coração e trazem à tona memórias de um passado mais simples, onde cada refeição era preparada com carinho e paciência.

No entanto, entre tantas delícias consagradas, existe uma receita que permanece um pouco mais reservada, quase como um segredo bem guardado: o “mineiro com botas”. Este prato é um verdadeiro exemplo da criatividade e da capacidade dos mineiros de transformar ingredientes comuns em uma experiência culinária extraordinária.

Consistindo de uma combinação aparentemente inusitada de queijo prato, goiabada, ovos e banana, o “mineiro com botas” é uma celebração da simplicidade elevada a um novo patamar. A princípio, pode parecer um conjunto de sabores desconectados, mas é justamente essa ousadia na mistura de ingredientes que faz dele um prato tão especial e surpreendente.

O nome “mineiro com botas” em si é uma expressão curiosa, que reflete o espírito despretensioso e, ao mesmo tempo, engenhoso do povo mineiro. Como uma metáfora para um homem simples que veste suas melhores botas para uma ocasião especial, esse prato mistura o rústico e o refinado de uma forma que só a cozinha mineira sabe fazer.

Ao longo dos anos, ele se tornou um verdadeiro tesouro para aqueles que o conhecem, encantando os paladares de quem busca algo além do convencional.

 

O que é o mineiro com botas?

O “mineiro com botas” é uma combinação deliciosa e inusitada de queijo prato, goiabada, ovos e banana. Esses ingredientes, que já são queridinhos na cozinha mineira, ganham uma nova vida quando combinados nesse prato, criando uma mistura agridoce que é tão surpreendente quanto satisfatória.

  • Queijo prato: Tradicional na culinária mineira, o queijo prato é suave e derrete na boca, proporcionando uma textura cremosa que equilibra os sabores do prato;
  • Goiabada: Um clássico de Minas Gerais, a goiabada traz um toque doce que contrasta maravilhosamente com o salgado do queijo e dos ovos;
  • Ovos: Fritos ou mexidos, os ovos adicionam uma camada de riqueza e substância ao prato, tornando-o ainda mais reconfortante;
  • Banana: A banana, doce e macia, complementa a goiabada e o queijo, adicionando uma dimensão a mais ao prato com sua textura e sabor característicos.

Foto: Freepik.

 

A história do prato

A origem do nome “mineiro com botas” é tão intrigante quanto os ingredientes do prato. A expressão parece brincar com a ideia de que o prato é uma refeição simples, mas “vestida” com ingredientes especiais, como se fosse um mineiro rústico usando botas elegantes. É uma metáfora para a mistura do tradicional com o sofisticado, algo muito característico da cultura mineira.

A combinação de sabores pode ter surgido em alguma fazenda ou casa de interior, onde os ingredientes disponíveis eram combinados de forma criativa. A cozinha mineira é conhecida por sua capacidade de transformar o simples em extraordinário, e o “mineiro com botas” é um perfeito exemplo disso.

Este prato é um excelente exemplo da culinária de fusão, onde diferentes sabores se encontram para criar algo novo e delicioso. A combinação de queijo, goiabada, ovos e banana pode parecer inusitada à primeira vista, mas uma vez que você prova, é fácil entender por que tantas pessoas se apaixonam por ele.

O “mineiro com botas” é amado por sua versatilidade — ele pode ser servido no café da manhã, no lanche da tarde, ou até como uma sobremesa diferente. Além disso, ele encapsula a alma da culinária mineira: ingredientes simples, combinados de maneira inesperada, resultando em algo profundamente satisfatório.

 

Se você ainda não experimentou o “mineiro com botas”, está perdendo uma verdadeira iguaria da culinária mineira. Este prato é uma celebração dos sabores de Minas Gerais, que juntos criam uma experiência gastronômica única e inesquecível.

Os curiosos e os apaixonados podem degustar essa maravilha gastronômica em Curitiba. O Restaurante Tortuga oferece uma receita especial caramelizada e flambada que, com certeza, vai conquistar você. Então, da próxima vez que estiver em busca de algo diferente e delicioso, lembre-se desse prato curioso e venha prová-lo!

 

Saiba mais: História da maionese caseira

vinhos brancos

Harmonização de vinhos brancos: Como escolher a melhor combinação?

outubro 4th, 2025 Posted by Blog 0 thoughts on “Harmonização de vinhos brancos: Como escolher a melhor combinação?”

Se você acha que vinhos brancos combina apenas com peixe e frutos do mar, está na hora de expandir seus horizontes! A harmonização de vinhos brancos vai muito além dessa regra básica e pode transformar qualquer refeição em uma experiência gastronômica sofisticada e prazerosa.

Mas afinal, o que torna essa combinação tão especial? Os vinhos brancos possuem uma incrível diversidade de estilos, variando de leves e frescos a encorpados e complexos.

Essa versatilidade permite que eles sejam combinados com uma ampla gama de pratos. No entanto, para garantir uma experiência equilibrada e saborosa, é fundamental conhecer algumas regras básicas de harmonização.

 

Por que harmonizar vinhos?

A harmonização de vinhos não é apenas uma regra da gastronomia refinada, na verdade ela tem um propósito claro: realçar os sabores dos alimentos e da bebida.

Quando feita corretamente, a combinação entre vinho e comida cria um equilíbrio perfeito, onde os elementos do prato e da bebida se complementam, em vez de se sobrepor. Por isso, reunimos alguns motivos pelos quais a harmonização de vinhos é tão importante:

  • Realce dos sabores: Um vinho bem escolhido pode intensificar os aromas e gostos dos ingredientes de um prato, tornando cada mordida ainda mais prazerosa;
  • Equilíbrio no paladar: Vinhos com boa acidez, por exemplo, ajudam a cortar a gordura de pratos mais pesados, enquanto vinhos mais adocicados equilibram bem comidas picantes;
  • Contraste ou complementação: Algumas harmonizações criam contrastes deliciosos, como um Riesling adocicado com um queijo azul salgado. Outras funcionam por semelhança, como um Chardonnay amanteigado com uma massa cremosa;
  • Experiência sensorial aprimorada: A escolha certa pode transformar um jantar comum em uma experiência gastronômica memorável, valorizando tanto a comida quanto o vinho.

Agora que entendemos a importância da harmonização, vamos explorar os diferentes estilos de vinhos brancos e como combiná-los com os pratos certos!

Entenda os tipos de vinhos brancos

Antes de falarmos sobre harmonização, é essencial conhecer os principais estilos de vinhos brancos:

Leves e frescos (Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Albariño)

  • Notas cítricas e herbáceas, alta acidez;
  • Ótimos para pratos leves e frescos.

Aromáticos e frutados (Riesling, Gewürztraminer, Torrontés)

  • Perfume floral e toques adocicados;
  • Perfeitos para culinárias exóticas e levemente picantes.

Encorpados e amadeirados (Chardonnay barricado, Viognier)

  • Mais cremosos e com notas amanteigadas;
  • Ideais para pratos mais estruturados e ricos.

 

Como harmonizar vinhos brancos com comidas?

Vinhos leves e frescos

As com binações ideais são peixes grelhados, ceviches e frutos do mar, saladas com molhos cítricos, além de queijos frescos como feta e chèvre. É preferível evitar carnes vermelhas ou pratos muito condimentados, pois podem sobrecarregar o vinho.

Vinhos aromáticos e frutados

É preferível harmonizar esse tipo de vinho com sabores mais intensos, como pratos asiáticos, como comida tailandesa e indiana, culinária mexicana levemente picante e queijos azuis (como gorgonzola), que criam um contraste delicioso. Como recomendação, deve-se evitar pratos muito salgados, pois podem deixar o vinho excessivamente doce no paladar.

Vinhos encorpados e amadeirados

Esse tipo é enriquecido ao ser combinado com massas com molhos cremosos (como fettuccine Alfredo), aves assadas, como frango ou peru com ervas e, claro, queijos maturados, como gruyère e parmesão. Se possível, evite pratos muito ácidos, que podem anular a riqueza do vinho.

 

Dicas extras para uma harmonização perfeita

Uma das chaves para harmonizar vinhos brancos com maestria é prestar atenção na acidez. Vinhos brancos mais ácidos, como o Sauvignon Blanc e o Albariño, combinam perfeitamente com pratos gordurosos ou com molhos ricos, pois ajudam a equilibrar a untuosidade da comida e a limpar o paladar.

Da mesma forma, se um prato já for naturalmente ácido, como uma salada com molho cítrico, o ideal é escolher um vinho que tenha acidez semelhante para evitar que um elemento sobrecarregue o outro.

Outro fator importante é o nível de dulçor do vinho em relação à comida. Vinhos brancos levemente adocicados, como Riesling e Gewürztraminer, são excelentes escolhas para pratos picantes, pois o dulçor suaviza a sensação de ardência dos temperos.

Além disso, esse tipo de vinho pode criar combinações incríveis com queijos salgados, como gorgonzola e roquefort, proporcionando um contraste delicioso entre o doce e o salgado.

Por fim, a textura e o corpo do vinho devem estar em sintonia com a estrutura do prato. Vinhos brancos mais encorpados e amadeirados, como um Chardonnay barricado, pedem comidas igualmente robustas, como massas com molho cremoso ou aves assadas. Já vinhos mais leves e frescos harmonizam melhor com pratos delicados e de sabores sutis. Seguindo essas dicas, é possível criar combinações equilibradas e sofisticadas, tornando cada refeição uma experiência única.

 

A harmonização de vinhos brancos pode transformar sua experiência gastronômica. O segredo é buscar equilíbrio entre os sabores, texturas e intensidades do prato e da bebida. Agora que você sabe como combinar seu vinho branco, que tal experimentar novas combinações e descobrir suas preferidas? O Restaurante Tortuga te espera com uma seleção de pratos especiais e uma cartela rica de opções de vinho para você harmonizar como preferir!

 

Saiba mais: O que fazer no final de semana em Curitiba?

Benefícios do vinho tinto: confira e beba sem medo! Foto/reprodução: wavebreakmedia_micro/Freepik

Benefícios do vinho tinto: confira e beba sem medo!

setembro 26th, 2025 Posted by Bebidas 0 thoughts on “Benefícios do vinho tinto: confira e beba sem medo!”

Tomar vinho é delicioso, mas você já conhece os benefícios do vinho tinto para a saúde? A bebida mais antiga do mundo contém uma substância chamada resveratrol, um antioxidante presente na casca e na semente da uva, além de diversos polifenóis com funções antioxidantes e anti-inflamatórias.

Portanto, fique tranquilo e beba sem culpa (mas com moderação)! Aproveite o friozinho, separe a sua taça de vinho e venha conferir todos os benefícios que a bebida pode trazer para você!

Vinho tinto faz bem à saúde do coração

É comprovado: uma taça de vinho por dia é capaz de ajudar na circulação do sangue. De acordo com um estudo publicado na National Library of Medicine o resveratrol estimula a produção endotelial de óxido nítrico, reduz o estresse oxidativo, inibe a inflamação vascular e previne a agregação plaquetária.

O resveratrol também protege o coração de possíveis lesões, reduz a pressão sanguínea e a hipertrofia cardíaca e retarda a progressão da aterosclerose.

Previne contra câncer

O vinho pode ajudar na prevenção de inúmeras doenças e o câncer é uma delas. Somente no Brasil, o número de pessoas que vivem com câncer atualmente é de 1.500.000 pessoas, de acordo com o Real Instituto de Oncologia e Hematologia

E o resveratrol, substância encontrada no vinho, possui propriedades anticâncer capazes de prevenir o início da doença e ainda ajudar a tratar a resistência das células cancerosas ao tratamento. 

Aumenta a libido

Benefícios do vinho tinto: confira e beba sem medo! Foto/reprodução: Racool_studio/Freepik

Se você acha que os benefícios do vinho tinto acabam por aí, nós temos um segredinho para você: a bebida também é um ótimo afrodisíaco. As notas aromáticas do vinho podem despertar sensualidade e excitação e até a atração física, variando de acordo com as especiarias utilizadas.

Além disso, o Instituto Nacional de Saúde Pública da Finlândia descobriu que o vinho aumenta a concentração de hormônios na corrente sanguínea. Essa liberação gera um aumento da libido em homens e mulheres. Agora já vai ficar mais fácil decidir a bebida daquele encontro com o crush, certo?

Faz bem para a pele

Ainda não está convencido dos benefícios dessa bebida maravilhosa, que já vem espalhando sua fama no mundo desde o Império Romano? Então, trouxemos mais um benefício que vai te convencer!

O resveratrol contido na bebida retarda a produção de radicais livres. Juntamente com os polifenóis, eles atuam na microcirculação sanguínea e na hidratação do tecido epitelial, preservando a pele, retardando o aparecimento das rugas e rejuvenescendo a pele dos bons tomadores de vinho.

Podemos citar ainda o benefício do vinho para a memória e para a mente, combater a obesidade, retardar o desenvolvimento de doenças degenerativas como o Alzheimer, diminuir o índice de depressão e até prevenir o aparecimento de cáries. Mas como são muitas vantagens, vamos deixar este assunto para um próximo tópico.

E aí, gostou de saber mais sobre os benefícios do vinho tinto na sua rotina diária? Lembrando que é importante consumir a bebida sempre com moderação e evitar exageros. O recomendado pelos especialistas é de, no máximo, uma taça por dia.

Aproveite e confira nosso texto sobre a harmonização do vinho com a carne e torne a sua noite ainda mais gostosa!

Queijos e vinhos: aprenda a harmonizar os dois

setembro 12th, 2025 Posted by Dicas 0 thoughts on “Queijos e vinhos: aprenda a harmonizar os dois”

O inverno é a temporada oficial dos queijos e vinhos. Afinal, nada melhor que passar a noite desfrutando desta combinação deliciosa e cheia de sabor. Porém, para que essa combinação fique boa, é preciso ficar atento a alguns detalhes. Para saber mais, continue lendo este post. 

Tipos de queijos

Como se sabe, existe uma grande variedade de queijos, com texturas e sabores completamente diferentes. Para uma combinação harmoniosa é importante ficar atento às características do queijo, para então escolher o vinho certo. 

Queijo fresco

Na categoria de queijos frescos entram o minas, o cottage, a ricota, o feta e o mascarpone. Com sabores mais suaves e delicados, harmonizam perfeitamente com vinhos brancos leves e acidez moderada. 

Queijos de pasta filada

Os queijos mussarela, provolone e caciocavallo são os mais conhecidos dessa categoria. O ideal é harmonizar esses queijos com o um Sauvignon Blanc, mas ele também combina muito bem com champagne, vinho tinto e rosé. 

Queijos de mofo branco

Por ser um queijo gorduroso precisa de um vinho com maior acidez para harmonizar o sabor. O mais conhecido desta categoria é o queijo brie e a combinação ideal para ele são os vinhos brancos e espumantes.  

Queijos azuis

Gorgonzola, roquefort e stilton são os principais queijos dessa categoria. Com aromas, características e textura cremosa, o sabor costuma ter um sabor bem forte e salgado. A melhor opção para degustar este queijo são os vinhos de sobremesa e espumantes.

Queijos semiduros

São aqueles queijos com sabor leve e textura firme. O mais utilizado para esse grupo é o gouda, e o vinho para harmonizar são os tintos mais robustos. 

Como você pode ter percebido, a harmonização de queijos e vinhos está totalmente relacionada às suas características e sempre vai escolher a bebida certa!

Agora que você já sabe como combinar os sabores, aqui vai uma dica, na hora de servir como sempre do queijo mais leve para o mais pesado. 

Gostou deste conteúdo? Quer mais dicas como essa? Então acompanhe nosso blog e veja outros artigos sobre esse assunto!

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Degustação de azeites: aprenda a combinar os sabores e pratos

Petit Gateau: Saiba mais sobre essa deliciosa sobremesa

setembro 12th, 2025 Posted by Petit Gateau 0 thoughts on “Petit Gateau: Saiba mais sobre essa deliciosa sobremesa”

O Petit Gateau é um delicioso doce de chocolate que se tornou uma febre nacional e um prato quase obrigatório nos menus de sobremesas dos restaurantes mais badalados do Brasil.

No artigo de hoje vamos falar sobre esse doce, que já virou paixão nacional. Confira !

Sobre o prato

Petit gateau é uma palavra derivada do francês, que significa” pequeno bolo, plural: petits gâteaux. Pronunciada “peti gatô” essa sobremesa é composta de um pequeno bolo de chocolate com casca e recheio cremoso servido, geralmente acompanhado de sorvete de creme.

 Essa sobremesa foi adaptada por vários chefs e possui muitas variações de recheio e ingredientes que não se limitam mais ao chocolate, mas podem ser também de doce de leite, goiaba, tangerina e outras frutas ou bebidas alcoólicas, etc.

Assado ou cru, com chocolate ou variações, esse bolinho continua dando água na boca dos brasileiros.

História

A origem da sobremesa Petit Gateau é bastante controversa, pois existem várias versões diferentes de como ele surgiu. 

Alguns acreditam que essa sobremesa foi criada naFrança, e outros dizem que se atribui a criação do petit gateau a um chef francês radicado em Nova Iorque que errou na quantidade de farinha para fazer bolinhos. Porém, a versão mais aceita é de que o prato surgiu por causa de um erro de um aprendiz de chef nos Estados Unidos que aqueceu demais o forno para preparar bolinhos de chocolate.

A denominação “petit gâteau” é possivelmente uma invenção norte-americana, já que em francês “petit gâteau” significa de modo genérico “pequeno bolo”.

Mesmo não sendo um prato famoso na França, sua composição lembra a origem francesa das populares “tartes au chocolat” e principalmente o “fondant”. Em inglês, seu nome é “warm, soft chocolat e cake”.

Não importa qual é a origem verdadeira do bolinho de chocolate com recheio mole, o fato é que ele é um sucesso mundial.

No Brasil

Especula-se que o Petit Gateau chegou ao Brasil em meados dos anos 1990 quando os chefs de cozinha franceses, Erick Jacquin e Michel Brás, começaram a produzi-la em restaurantes de São Paulo. Hoje em dia ela está tão difundida que até algumas redes de fast food contam com ela no cardápio. 

Gostou desse artigo? Então acompanhe o nosso blog para mais conteúdos como esse!

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Gastronomia na tela: Programas culinários para te inspirar

Bandeira com uma caveira e dois osso cruzados logo abaixo, a qual virou símbolo dos piratas. Tema este do restaurante temático em Curitiba

Restaurante temático para comer em Curitiba

agosto 29th, 2025 Posted by Blog, Restaurante temático 0 thoughts on “Restaurante temático para comer em Curitiba”

Quem busca um lugar diferente para curtir com os amigos em Curitiba, um restaurante temático é o lugar perfeito. Além de um ambiente divertido, o espaço mata a fome ao mesmo tempo. E vamos combinar que não tem nada melhor do que isso, não é mesmo?

Para os amantes de histórias cheias de emoção em alto mar, o restaurante temático de pirata – Tortuga – em Curitiba é um prato cheio de aventura. Mas, antes de contarmos um pouco mais sobre o Tortuga, vamos relembrar sobre a história de como surgiram os piratas. 

De onde os piratas vieram?

Ilustração de piratas assaltando embarcações em alto mar. Temática abordada no restaurante temático em Curitiba

Também conhecidos como Reis dos Mares ou Povos do Mar, o nome ‘pirata’ foi dado aos criminosos que atacavam e roubavam embarcações. 

Entre todos os piratas que já existiram, os mais famosos viveram entre o final do século XV e início do XVIII. Sendo identificados por sua bandeira de caveira com dois ossos cruzados logo abaixo. 

Por conta dos assaltos em alto mar, os piratas ficaram tão famosos que viraram histórias de livros e filmes, como é o caso da sequência de sucesso, Piratas do Caribe. 

Representado como o pirata Jack Sparrow em Piratas do Caribe, John Ward é um exemplo de pirata que existiu na vida real e depois foi para as telas de cinema. Recebendo o apelido de Sparrow por conta do seu comportamento excêntrico. 

Restaurante temático de pirata em Curitiba

Mas, se engana quem pensa que só assistindo aos filmes podemos nos sentir como piratas e parte da tripulação. 

No Tortuga, restaurante localizado em Curitiba, você inicia uma jornada única em um ambiente rústico e cheio de história que vai fazer você embarcar em uma aventura incrível mar afora. 

Barco pirata em alto mar. Tema do restaurante temático em Curitiba

Além de um espaço totalmente voltado para a temática pirata, no Tortuga você também encontra muita comida boa dos mais diversos tipos. Alguns dos pratos disponíveis no nosso cardápio são porções, saladas, vários tipos de massa e a especialidade da casa, mignon com os mais diversos molhos para acompanhar.

Diante disso, para entrar a bordo é muito fácil. Basta clicar aqui bit.ly ou entrar em contato pelo telefone (41) 3335-3635. Mas se preferir, também estamos no ifood.com.br.

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pontos da carne

Mal passada, ao ponto ou bem passada: Como identificar o ponto da carne?

agosto 16th, 2025 Posted by Carnes 0 thoughts on “Mal passada, ao ponto ou bem passada: Como identificar o ponto da carne?”

Existem várias opções de preparo, finalizações e tipos de carne, e cabe ao cozinheiro responsável a tarefa de acertar o ponto de cozimento, para entregar um prato delicioso e suculento. 

Seja para quem quer preparar a peça na frigideira ou na churrasqueira, saber o ponto é sempre um desafio. Pensando nisso, no artigo de hoje vamos te mostrar como saber o ponto da carne e alcançar todos eles com maestria. Então confira!

Quais são os principais pontos da carne:

Existem três principais pontos: bem passado, ao ponto ou mal passado, cada um deles possui um sabor, textura e suculência específicos.

Através da experiência algumas pessoas conseguem identificar o ponto facilmente, mas se você tiver muita dificuldade, já existem no mercado termômetros específicos para verificar a temperatura interna do corte 

Além disso, outra maneira de identificar o ponto, é comparar a consistência da peça com a região lateral da sua mão. Para isso, junte o polegar com o dedo indicador e pressione com a outra mão. Em seguida, repita o processo com os dedos anelar e mindinho.

Para identificar o ponto:

  • A junção entre o polegar e o indicador é similar à textura da carne mal passada; 
  • O polegar e o anelar remetem à carne ao ponto; 
  • O ponto bem passado pode ser simulado ao pressionar a área entre o polegar e o mindinho.

Carne bem passado:

Este é o ponto que é considerado o mais difícil a se chegar, pois um corte assado demais pode perder completamente o sabor. Nesse caso  o toque da carne é um pouco mais rígido, não há liberação de suco e as extremidades e os centros são marrons.

Dica: Para o ponto bem passado, sele a peça e deixe em fogo alto, posteriormente vá diminuindo a temperatura e cozinhando cada lado da peça por aproximadamente 10 minutos. A temperatura para preparo desse ponto deve variar entre 60ºC e 65ºC.

Carne ao ponto:

Esse ponto costuma ser o preferido da maioria das pessoas e também uma boa opção quando não se sabe a preferência do convidado.

A carne ao ponto é mais firme que a mal passada com uma faixa rosada no centro e bordas tostadas com suco.

Dica: Para chegar neste resultado, cozinhe a peça de seis a sete minutos para cada lado. A temperatura da carne ao ponto deve variar entre 60ºC e 65ºC.

Mal passado:

O ponto mal passado é aquele que a carne fica macia e avermelhada por dentro e levemente dourado por fora. 

Dica: Para carne mal passada perfeita asse-a selada por quatro a cinco minutos em temperatura entre 50ºC e 55ºC.

Como saber o ponto da carne é uma questão que tende a ficar mais simples com o tempo. Que tal colocar os conhecimentos adquiridos em prática? Então mão na massa e bom apetite !

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